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Tópico em 'Jogos & Consoles' criado por martec em 08/04/2014, 08:38.
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288 respostas neste tópico
 #226
(28/09/2015, 20:21)Best Escreveu: @esteves o segundo vídeo tá aqui. Não me enche mais pfv

Link youtube: http://youtu.be/X09OLXv8jOk?html5=1

Ta e quando sai o terceiro?
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 #227
Não sei do que está falando.
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 #228
Ta na hora de criar um tpc separado pra pokemon ein Whistling

Mas da uma olhada nisso aqui, Best. Esses americanos tão ou não tão com medo do nosso ídolo brasileiro banindo ele dos personagens jogáveis no mês de outubro?

[Imagem: NQaS6p0.pngi]
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 #229
Digimon Re:Digitize

[Imagem: rowSYQm.png]

Uns dias atrás eu simplesmente acordei com muita vontade de jogar um jogo de Digimon. Não sei explicar. Eu abri o youtube comecei a ouvir butterfly e ai pronto quando eu vi já estava baixando.

Eu acabei descobrindo que sou mais fã da série do que eu imaginava. Eu não acreditei no começo mas aparentemente eu joguei todos os jogos da saga original desde o ps1 até o último que saiu de DS. Inclusive eu joguei mais jogos de Digimon no DS do que de Pokemon pela minha pesquisa. Isso contando com os spin offs de pokemon tipo o Rangers. Apesar do tempo de jogo nem se comparar rs

Ai o que eu acabei descobrindo é que desde do último que eu joguei só existem outros 3 jogos da série principal. Esse de PSP que eu não tive como jogar na época por não ter o PSP, um que saiu há poucos meses e que eu postei uns vídeos nesse tpc e um que vai sair ano que vem.

Ou seja, mesmo eu tendo ficado uns 3 anos sem jogar nada de Digimon eu ainda estou em dia com a historia -q

O Re:Digitize tem de tudo por fora pra me agradar. Esses chars do autor de Durarara, plot do X-Program (apesar de já estar meio batido), só dubladores top tipo a Sawashiro do @Droko
Enfim, é um jogo que fiquei hypado por demais nos 5 minutos que levou pra baixar

O problema é o sistema do jogo... Tanto de batalha quanto evolutivo. Muita gente odeia esse modo de batalha que tem em alguns jogos do Digimon onde tu não controla os digimons, eles lutam sozinhos baseado no treinamento que tu deu pra eles. A IGN sempre cai em cima quando os jogos são assim. Eu particularmente adoro, é emocionante tu fica lá torcendo pelo digimon, e tb não é como se tu não pudesse fazer nada pra mudar o rumo da batalha, como Tamer tu pode dar moral, gritar pro digimon dar block quando ver que ta vindo especial, etc.

A questão é que nos jogos que eram assim sempre foram jogos onde tu podia ter 3 digimons simultâneos e as lutas eram 3x3. Então, mesmo quando tu não tem muitas habilidades a batalha é dinâmica pq sempre tem alguma coisa acontecendo entre os 6. E esse jogo é de x1. Quando tu pega um digimon que só tem ataque básico e leva 2 minutos pra carregar um especial (80% dos digimons do jogo) o que acaba acontecendo é que a luta é tu ficar assistindo dois digimon se estapeando um na frente do outro. Sem influencia externa de um terceiro. Além disso todos os jogos assim eram em sprite oq facilitava a IA do jogo no quesito pra onde andar e tal. Como esse jogo é com modelo 3D os digimons ficam andando pela arena feito uns retardados uns atrás do outro além de não calcularem bem a distancia de alguns golpes.

Fora isso como citei ali em cima o sistema evolutivo é horrendo. Não bastasse você só poder lutar com um digimon você SÓ PODE TER UM digimon. E o jogo nem te da escolha de inicial não. Ele vai e te entrega o Agumon. Ai tu pensa que só fizeram a linha evolutiva dele pra ser jogavel né? Pior que não. Todos os mais de 200 digimons são jogáveis o problema é como obter eles. Como tu só pode ter um digimon de cada vez tu tem que esperar seu digimon MORRER pra poder trocar. Ai quando ele morre tu pode escolher um digiegg de baby I pra treinar e seguir alinha evolutiva dele. O problema é que quando isso acontece é pq tu lá ta com seu Wargreymon X lvl 80 ele morre e tu tem que começar com um ovo lvl 1.

Algumas pessoas também reclamam também sobre os digimons morrerem depois do seu árduo trabalho pra treinar eles. Eu particularmente gosto disso pq faz parte da historia do bagulho. Só que novamente, nos jogos que são assim tu pode ter vários digimons então quando seu melhor morre tu troca pro segundo melhor e assim por diante.

Em resumo o jogo é horrível como jogo mas ainda assim está cumprindo como o papel de saciar minha vontade de dar continuidade a minhas jogatinas da série original. Além disso o próximo jogo que vem depois desse tem todas as coisas boas que esse tem somado ao fato de que retomaram o sistema de batalha dos de DS que nada mais é que um SMT. O que eu acho ótimo, por sinal, principalmente pelos métodos que tu tem pra chamar um digimon pro teu lado. Infelizmente o joguete é pra PSVita e PS3 então faltam uns 10 anos pra eu poder jogar.

Com isso eu acabei baixando o Digimon Masters o MMORPG mais atual da série. Ainda não joguei o suficiente pra poder comentar aqui mas uma coisa que eu achei interessante e posso ressaltar são os personagens. Assim como o Digimon RPG, o primeiro MMO de digimon que é baseado no tamers, tu pode escolher entre personagens já prontos pra jogar a historia dele. Eu acho isso uma merda pq eu queria jogar com eu mesmo poxa. Queria poder personalizar meu personagem e criar um cara único pra jogar num mundo onde não fosse todo mundo igual. Maaaaas eu relevei isso quando descobri que da pra jogar com o Keenan. Eu sempre achei que a historia dele foi pouco explorada e merecia mais foco. O cara nasceu no digimundo e pensa que é um digimon, isso é hilario e triste ao mesmo tempo. Só é broxante a parte que os personagens jogáveis também existem no mundo como NPC (sim tipo WTF), eu to lá andando mo feliz sendo o Keenan e de repente eu tenho que pegar uma quest comigo mesmo.

Por fim outra coisa que achei engraçado é que o jogo de PSP é de 2012 e já era em comemoração do aniversário de 15 anos de Digimon. Ai temos o de PSVita que também é, o de PS4 que vai sair em 2016 que tb é e até o Digimon Tri o Filme que vai ser em comemoração de 15 anos. Acho que eles ficaram parados no tempo -q
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 #230
Não ia pegar nada nessa ultima sale (e nem na próxima, de Black Friday), mas acabei pegando:

King of Dragon Pass
Crookz - The Big Heist
Magicite
Hand of Fate

Embora eu provavelmente continue passando todos meus minutos livres programando pro RPG Maker MV (que tá uma delicia de programar para).
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 #231
Jade Empire é o jogo gratis atual do "On the House" do Origin.

É um dos meus RPGs favoritos, recomendo bastante:
https://www.origin.com/en-us/store/buy/j...al-edition
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 #232
Valkyrie Profile: Lenneth (PSP)

"Come to me, dark warriors! Battle awaits us."

Acho que pelo nome do jogo nem preciso dizer que ele possui bastante inspiração na mitologia nórdica. A história é sobre a missão de uma deusa, a valquíria Lenneth, de reunir almas de heróis humanos e treiná-los, sob ordem do deus Odin, para lutarem em uma guerra divina que será parte dos eventos que levariam a fim do mundo, o Ragnarok. Sendo assim, o jogo é dividido em capítulos, cada um dividido em uma certa quantidade de períodos, que são gastos ao utilizar a habilidade de Spiritual Concentration para encontrar novos heróis e dungeons, ao entrar em cidades e dungeons, e ao se descansar para recuperar vida e status. Ao fim de cada capítulo, passa-se por um evento chamado Sacred Phase, em que se relata os progressos da missão já mencionada. Também pode-se enviar, durante cada capítulo, heróis para lutarem em Asgard (o mundo dos deuses), e observar seu crescimento em cada Sacred Phase. Ao fim do 8º capítulo, dá-se início aos eventos do Ragnarok.

O sistema de batalha funciona de forma interessante até, cada personagem pode utilizar um tipo de arma (exceto a Lenneth, a valquíria que é a protagonista principal, que até agora pelo que vi pode usar espadas e arcos), e realizar ataques, a partir de um mapeamento nos botões X, O, triângulo e quadrado que corresponde à sua posição na formação de batalha, com base na arma com que estão equipados, sendo que algumas podem atacar mais de uma vez por turno. Conseguindo-se fazer os ataques nos momentos e ordem certas, é possível encher uma barra de combo no canto do tela que quando cheia, permite lançar alguns golpes especiais próprios de cada personagem, que por sua vez podem também encher tal barra, o que levará a uma cadeia de golpes especiais. Existem também personagens que são magos e podem utilizar spells durante as batalhas, e há como usar itens em meio à batalha e outras coisas comuns de RPGs.

Por outro lado, como o jogo retrata a missão de uma deusa ao reunir almas de heróis para lutarem em uma guerra divina, obter itens e equipamentos não funciona da mesma forma que em RPGs mais "comuns": você precisa de materializá-los, e para isso, terá de utilizar pontos que ganha no final de cada capítulo, e caso esses não sejam suficientes, será necessário converter itens já existentes nesses pontos, o que pode deixar muitos jogadores desacostumados como eu bem indecisos do que fazer.

Enfim, o jogo em si está sendo muito bom, mas a OST é particularmente divina. Acho que é um dos melhores trabalhos que já escutei do Sakuraba Motoi, tendo em vista o que conheço de suas obras musicais em jogos (Tales of Phantasia/Destiny/Eternia/Symphonia: Dawn of the New World e os jogos da série Golden Sun).

Está sendo bem agradável de jogar até agora, sendo que estou no 3º capítulo do jogo e há um total de 8 capítulos. Quando terminar darei um parecer final.
Responder
 #233
(02/01/2016, 00:10)ShadowStkr Escreveu: Valkyrie Profile: Lenneth (PSP)

"Come to me, dark warriors! Battle awaits us."

Acho que pelo nome do jogo nem preciso dizer que ele possui bastante inspiração na mitologia nórdica. A história é sobre a missão de uma deusa, a valquíria Lenneth, de reunir almas de heróis humanos e treiná-los, sob ordem do deus Odin, para lutarem em uma guerra divina que será parte dos eventos que levariam a fim do mundo, o Ragnarok. Sendo assim, o jogo é dividido em capítulos, cada um dividido em uma certa quantidade de períodos, que são gastos ao utilizar a habilidade de Spiritual Concentration para encontrar novos heróis e dungeons, ao entrar em cidades e dungeons, e ao se descansar para recuperar vida e status. Ao fim de cada capítulo, passa-se por um evento chamado Sacred Phase, em que se relata os progressos da missão já mencionada. Também pode-se enviar, durante cada capítulo, heróis para lutarem em Asgard (o mundo dos deuses), e observar seu crescimento em cada Sacred Phase. Ao fim do 8º capítulo, dá-se início aos eventos do Ragnarok.

O sistema de batalha funciona de forma interessante até, cada personagem pode utilizar um tipo de arma (exceto a Lenneth, a valquíria que é a protagonista principal, que até agora pelo que vi pode usar espadas e arcos), e realizar ataques, a partir de um mapeamento nos botões X, O, triângulo e quadrado que corresponde à sua posição na formação de batalha, com base na arma com que estão equipados, sendo que algumas podem atacar mais de uma vez por turno. Conseguindo-se fazer os ataques nos momentos e ordem certas, é possível encher uma barra de combo no canto do tela que quando cheia, permite lançar alguns golpes especiais próprios de cada personagem, que por sua vez podem também encher tal barra, o que levará a uma cadeia de golpes especiais. Existem também personagens que são magos e podem utilizar spells durante as batalhas, e há como usar itens em meio à batalha e outras coisas comuns de RPGs.

Por outro lado, como o jogo retrata a missão de uma deusa ao reunir almas de heróis para lutarem em uma guerra divina, obter itens e equipamentos não funciona da mesma forma que em RPGs mais "comuns": você precisa de materializá-los, e para isso, terá de utilizar pontos que ganha no final de cada capítulo, e caso esses não sejam suficientes, será necessário converter itens já existentes nesses pontos, o que pode deixar muitos jogadores desacostumados como eu bem indecisos do que fazer.

Enfim, o jogo em si está sendo muito bom, mas a OST é particularmente divina. Acho que é um dos melhores trabalhos que já escutei do Sakuraba Motoi, tendo em vista o que conheço de suas obras musicais em jogos (Tales of Phantasia/Destiny/Eternia/Symphonia: Dawn of the New World e os jogos da série Golden Sun).

Está sendo bem agradável de jogar até agora, sendo que estou no 3º capítulo do jogo e há um total de 8 capítulos. Quando terminar darei um parecer final.

Aiai Valkyrie Profile, que saudades Wub

sombra-kun, no psone tem um valkyrie que, pelo q vc falou, parece muito com esse de psp em questão de história e gameplay(talvez esse de psp seja um tipo de "edição especial") e no ps2 tem a continuação dele. recomendo os 2, ambos são muito bons Icon_e_smile
Responder
 #234
(02/01/2016, 04:11)J.C. Escreveu: Aiai Valkyrie Profile, que saudades  Wub

sombra-kun, no psone tem um valkyrie que, pelo q vc falou, parece muito com esse de psp em questão de história e gameplay(talvez esse de psp seja um tipo de "edição especial") e no ps2 tem a continuação dele. recomendo os 2, ambos são muito bons  Icon_e_smile

O VP: Lenneth é tipo um "port melhorado" do Valkyrie Profile de PSOne.

E sim, depois que zerá-lo, muito provavelmente pegarei o VP2: Silmeria (o de PS2) pra jogar.
Responder
 #235
Esse fim de semana joguei o 7 Wonders, que eu tinha comprado há um tempinho, e acho que virou o jogo de tabuleiro favorito para mim e para o grupo que eu estava jogando: nunca tinha visto pedirem pra rejogar o mesmo jogo tantas vezes, mesmo tendo vários outros jogos que também queriam jogar.
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 #236
Finalmente zerei Valkyrie Profile.

O gameplay ficou um pouco repetitivo depois de um tempo devido ao fato de não haver muito a se explorar no World Map em si devido ao esquema limitado do jogo de divisão em capítulos da história  dungeons específicas para cada capítulo (por outro lado, algumas dungeons possuem um layout bastante desafiador e inimigos de dificuldade elevada, principalmente as do modo hard, então não posso reclamar tanto da dificuldade, por mais que os chefes sejam bem fáceis). Porém todo o resto é simplesmente épico, da história à soundtrack. Devo dizer que me agradou bastante.

Agora creio que devo jogar o Valkyrie Profile 2: Silmeria do PS2. Há ainda o Covenant of the Plume que é um spin-off pra DS, mas creio que deixarei para depois de ver o VP2 e alguns jogos da série Fire Emblem.
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 #237
Yay sombra-kun, tenho 2 ótimas noticias pra vc!

1°: no VP2 vc tem uma exploração mais "completa" devido a maior variedade e quantidade de dungeons. e elas funcionam meio que como castlevania, onde locais e itens contam como porcentagem o q te faz passar um bom tempo explorandas para pegar os 100%.
2°: o gameplay do 2 é tudo, menos repetitivo! eles mesclaram o sistema de turno com o de "posicionamento estratégico" e um pouquinho de hack'n slash na gameplay, o q gerou um dos sistemas de combates mais fodas que já ví em jogos no geral. em resumo, não apenas vc, mas os inimigos tbm se movem pelo cenário nas lutas, o que nos obriga a levar em consideração seus movimentos tbm.
outra coisa foda nesse estilo de batalha é o "angulo" que vc deve se posicionar pra atacar os inimigos(de frente, pelas costas, enfim). angulos diferentes atacam locais diferentes o q gera danos diferentes. tem uma pegadinha muito foda nesse sistema, mas n vou contar o q é para não estragar a beleza da descoberta rsrs. isso sem falar de enredo, personagens, trilha sonora, arte, enfim.

VP2 é daqueles RPGs que vc joga pra mais de 100 horas e não enjoa... só queria não ter conhecido ele antes do 1°  Icon_rolleyes
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 #238
Tales of Destiny 2 (PSP)

Estou bem perto de zerar então acho que já dá pra falar desse jogo que peguei pra jogar há uns dias devido à impossibilidade de jogar o Valkyrie Profile 2 até então.

Este é provavelmente o melhor jogo da era 2D da série "Tales of" que eu já joguei. O sistema de batalha linear em tempo real típico da era 2D da série retorna com uma pequena modificação: agora existe uma barra chamada "Spirit Gauge", que serve como uma espécie de "barra de stamina" - só se pode atacar caso ela não esteja vazia, caso contrário, os inimigos irão contraatacar e você levará dano ao tentar fazê-lo. Isso faz com que o sistema de batalha fique um bocado mais estratégico que nos jogos anteriores da série como Phantasia, Destiny e Eternia (este último tendo sido lançado como Tales of Destiny II no ocidente, mas não é o mesmo jogo que este aqui), mas as batalhas no geral são um pouco mais fáceis que as do Eternia (que é o jogo mais difícil da série que joguei até agora).

Spoiler: Sobre a trama  
A história é sobre o filho de Stahn (o protagonista do Destiny original), um garoto chamado Kyle que quer sair em uma jornada para se tornar um herói. Enquanto ele e seu amigo Loni exploram um local em busca de um tesouro (uma esfera gigante de energia que é chamada de Lens), almejado por membros de um grupo religioso, eles acabam por encontrar uma garota chamada Reala, que sai da tal esfera quebrando-a e diz estar procurando por um herói, mas nega a ajuda de Kyle naquele instante. Eles acabam sendo presos pelos membros do grupo religioso por supostamente terem roubado o tesouro, e na prisão, com a ajuda de um homem sem nome apelidado como "Judas" por Kyle, eles acabam conseguindo escapar.

Mais tarde, eles conhecem uma mulher que realiza milagres chamada Elrane e se encontram com Reala e Judas novamente, e batalham contra um misterioso homem chamado Barbatos, que queria matar a ela e uma heroína do primeiro jogo, a Philia, por algum motivo. Judas e Reala se unem então a eles, e quando vão visitar mais um herói do primeiro jogo na busca pelo herói de Reala, Woodrow, acabando sendo atacados por Elrane, que revela ser a antagonista do jogo, e são enviados com o poder dela para 10 anos no futuro. Lá eles conhecem e se unem a uma garota chamada Nanaly e descobrem que no futuro, Elrane fez com que uma deusa chamada Fortuna se materializasse, e com isso os humanos passaram a viver em felicidade, porém sem qualquer livre arbítrio e em uma espécie de distopia controlada por ela. Reala veio desta época para procurar uma forma diferente da Elrane de levar a humanidade a este caminho (porém mais tarde desiste disso e se rebela contra a deusa).

Começa então uma série de viagens pelo tempo e por timelines paralelas com o objetivo de frustrar os esforços de Elrane, que consistem em mudar eventos históricos para permitir que a distopia de Fortuna exista, que vão desde a época do Destiny original até uma guerra há mil anos atrás cuja história também tem ligação com o Destiny original, para por fim enfrentarem a ela e se rebelarem contra a deusa Fortuna junto a Reala e assim livrarem a humanidade da influência da mesma em sua história. A trama se assemelha bastante a um ótimo RPG do PSX, Breath of Fire 3, que possuía um semelhante embate com uma deusa por questões parecidas.

A soundtrack é no que eu considero o nível comum do Sakuraba Motoi: uma boa quantidade de músicas de batalha ótimas (destaque para "Alea Jacta Est" e "Wheel of Fortune"), enquanto o resto das músicas são apenas razoáveis na maior parte, com algumas poucas se sobressaindo. Infelizmente a OST não é tão caprichada como a de Valkyrie Profile, o que já era esperado, mas ainda assim é boa.

Ainda assim considero-o o melhor jogo da série que já joguei, sendo melhor até que o Phantasia em termos de história (que também possuía um embate de ideais ao invés de "bem" e "mal" bem definidos em sua história), e melhor que o Destiny de PS2 em termos de gameplay. Porém Eternia continua sendo o mais difícil da série ao meu ver.

Creio que por enquanto este será o último jogo 2D da série que irei jogar, o próximo que pegarei será o Tales of Symphonia, ou melhor, seu remaster em HD pro PS3.
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 #239
Atualmente estou jogando star wars the force unleashed e star wars battlefront 2. Icon_cool
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 #240
Devil Survivor Overclocked (3DS)

Estava esperando eu rejogar as outras rotas pra postar mas desisti. Eu não tenho ideia de como consegui jogar a rota neutra no passado a Yuzu é muito insuportável quando deixam ela falar o que quer pqp.

Então né, sendo o primeiro jogo da série mais conhecida pelo Digimon Survivor, maneira carinhosa que apelido o Devil Survivor 2 principalmente depois daquela adaptação para anime, não é estranho que as pessoas subestimem o jogo.

Assim como acontece com a maioria dos SMT e começou a acontecer até com a série principal agora com o SMT4 Final a tendencia é tornar os gaymes mais teen ou infantilizados. Foi o que aconteceu com o DS 2.

Maaas falando agora do Devil Survivor 1. O jogo tem uma ambientação muito legal e mais séria que seu sucessor. Demonhos estão invadindo toquio pra variar e o governo em reação a isso manda o exercito cercar a cidade. Ninguém entra e ninguém sai. E lá no meio está tu, um muleque do ensino médio que por algum motivo desconhecido atrai a treta até você.

Com a chegada do remake nomeado como Overclocked novos caminhos são adicionados ao jogo permitindo que tu alcanse um final pra cada tipo alinhamento. Como podem ver, o Lake iria adorar p gayme. Quando eu joguei pela o original alguns anos atrás eu segui a rota neutra que envolve você não se unir nem aos demonios e nem aos anjos e lutar em prol da raça humana. Falando assim até parece bonitinho mas pra fazer isso tu tem que ser um grande fagote e sair correndo igual uma mocinha toda vez que tu vê um capeta. Eu não tenho ideia de como aturei essa rota no passado...
Jogando agora o remake eu optei pela única rota que viável que é obviamente escravizar todos os demônios fazendo os servos dos humanos e ir de boas até o céu pra derrotar deus e tomar o seu lugar como ser supremo do universo.

A rota dos anjos parece ainda mais insuportável que a neutra tu tem que ser muito holyfag pra escolher aquilo pqp. Mas enfim, eu passei a rota esperando o Naoya me trair e me matar virando o rei supremo do universo no meu lugar mas pra minha surpresa ele virou meu servo mais leal e depois de um tempo meu personagem favorito. Eu não ia muito com a cara do Atsuho quando joguei o original mas porra jogando agora de novo eu vejo que ele sim é um companheiro útil. O cara hackeou altos sistemas de computador e conseguiu informações excrescenciais pra minha sobrevivência enquanto a vadia da Yuzu só sabe gritar toda vez que vê um bicho que tenha um número de olhos diferente de 2.

Agora, eu ainda preciso confirmar isso mas queria saber como acaba essa rota no original pq pelo oq eu entendi tu não luta contra Metatton no original o que seria muito broxante. Ficaria parecendo que o jogo acabou faltando metade da historia. Como no remake eles botaram até umas ceninhas depois dos créditos deixando a entender que o protagonista volta criando a paz na Terra ficou um final lindo.

Sobre algumas mudanças na jogabilidade como a introdução do compendium e a seleção de skills na hora da fusão, bem, deu pra criar uns demos bem ops. Eu matei Belzebu antes dos primeiros ovos de mosca sequer estourarem. Em compensação eu tive que refazer meu exercito todo pra enfrentar Metatton pra que todo mundo tivesse alguma resistência contra Zan já que eu não estava preparado.

Coincidentemente no dia que eu completei a primeira run do remake apareceu uma noticia avisando o fim do mangá de Devil Survivor Overclocked que por sinal me surpreende ter durado tanto tempo assim. Sei que não acontecerá e se acontecer vai ficar uma bosta mas não desisto de sonhar. O anime de Digimon Survivor saiu pq a Atlus tinha dinheiro sobrando das adaptações dos Personas da vida e tava afim de torrar uma grana com uma adaptação onde os personagens nem poderes tem e só os demos lutam. Com Persona 5 já tendo até anime confirmado eu tenho fé que eles irão lembrar que Devil Survivor 1 existe e fazer uma adaptação pelo menos razoável. Hahaha, não, não vai acontecer.
Responder
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