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Tópico em 'Jogos & Consoles' criado por martec em 08/04/2014, 08:38.
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296 respostas neste tópico
 #226
E não relacionado ao post acima mas relacionado também a pokemon:

Shuffle finalmente pra iOS e android:


Ainda precisa estar conectado na internet pra jogar, mas né.
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 #227
http://store.steampowered.com/app/392470 adquirido

E jogado. Muito bom.
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 #228
(02/09/2015, 00:59)Morgiana Escreveu: http://store.steampowered.com/app/392470 adquirido

E jogado. Muito bom.

Mesmo com seu review não muito detalhado do que achou do jogo tu conseguiu me convencer a jogar :>

Eu tentei jogar o Oda Nobunaga no Yabou num emulador em japonês logo quando comecei meu curso mas como ainda não entendia nada de jp acabei por desistir. Darei uma chance pra esse. Parece ser fun.

KORE WA SENGOKU JIDAI
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 #229
@fsouzas @Morgiana
Nunca mais consigo isso. Tava em uma air domination e tinha um monte de caça passando no mesmo lugar. Parecia que eu tava com hit kill, porque eu acertava um tiro neles e eles incendiavam Cry

[Imagem: 61h0Lgk.jpg]
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 #230
Achando essa VN baseada em eSports mais interessante do que imaginei do que seria:
http://store.steampowered.com/app/404480
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 #231
@esteves o segundo vídeo tá aqui. Não me enche mais pfv

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 #232
(28/09/2015, 20:21)Best Escreveu: @esteves o segundo vídeo tá aqui. Não me enche mais pfv

Link youtube: http://youtu.be/X09OLXv8jOk?html5=1

Ta e quando sai o terceiro?
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 #233
Não sei do que está falando.
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 #234
Ta na hora de criar um tpc separado pra pokemon ein Whistling

Mas da uma olhada nisso aqui, Best. Esses americanos tão ou não tão com medo do nosso ídolo brasileiro banindo ele dos personagens jogáveis no mês de outubro?

[Imagem: NQaS6p0.pngi]
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 #235
Digimon Re:Digitize

[Imagem: rowSYQm.png]

Uns dias atrás eu simplesmente acordei com muita vontade de jogar um jogo de Digimon. Não sei explicar. Eu abri o youtube comecei a ouvir butterfly e ai pronto quando eu vi já estava baixando.

Eu acabei descobrindo que sou mais fã da série do que eu imaginava. Eu não acreditei no começo mas aparentemente eu joguei todos os jogos da saga original desde o ps1 até o último que saiu de DS. Inclusive eu joguei mais jogos de Digimon no DS do que de Pokemon pela minha pesquisa. Isso contando com os spin offs de pokemon tipo o Rangers. Apesar do tempo de jogo nem se comparar rs

Ai o que eu acabei descobrindo é que desde do último que eu joguei só existem outros 3 jogos da série principal. Esse de PSP que eu não tive como jogar na época por não ter o PSP, um que saiu há poucos meses e que eu postei uns vídeos nesse tpc e um que vai sair ano que vem.

Ou seja, mesmo eu tendo ficado uns 3 anos sem jogar nada de Digimon eu ainda estou em dia com a historia -q

O Re:Digitize tem de tudo por fora pra me agradar. Esses chars do autor de Durarara, plot do X-Program (apesar de já estar meio batido), só dubladores top tipo a Sawashiro do @Droko
Enfim, é um jogo que fiquei hypado por demais nos 5 minutos que levou pra baixar

O problema é o sistema do jogo... Tanto de batalha quanto evolutivo. Muita gente odeia esse modo de batalha que tem em alguns jogos do Digimon onde tu não controla os digimons, eles lutam sozinhos baseado no treinamento que tu deu pra eles. A IGN sempre cai em cima quando os jogos são assim. Eu particularmente adoro, é emocionante tu fica lá torcendo pelo digimon, e tb não é como se tu não pudesse fazer nada pra mudar o rumo da batalha, como Tamer tu pode dar moral, gritar pro digimon dar block quando ver que ta vindo especial, etc.

A questão é que nos jogos que eram assim sempre foram jogos onde tu podia ter 3 digimons simultâneos e as lutas eram 3x3. Então, mesmo quando tu não tem muitas habilidades a batalha é dinâmica pq sempre tem alguma coisa acontecendo entre os 6. E esse jogo é de x1. Quando tu pega um digimon que só tem ataque básico e leva 2 minutos pra carregar um especial (80% dos digimons do jogo) o que acaba acontecendo é que a luta é tu ficar assistindo dois digimon se estapeando um na frente do outro. Sem influencia externa de um terceiro. Além disso todos os jogos assim eram em sprite oq facilitava a IA do jogo no quesito pra onde andar e tal. Como esse jogo é com modelo 3D os digimons ficam andando pela arena feito uns retardados uns atrás do outro além de não calcularem bem a distancia de alguns golpes.

Fora isso como citei ali em cima o sistema evolutivo é horrendo. Não bastasse você só poder lutar com um digimon você SÓ PODE TER UM digimon. E o jogo nem te da escolha de inicial não. Ele vai e te entrega o Agumon. Ai tu pensa que só fizeram a linha evolutiva dele pra ser jogavel né? Pior que não. Todos os mais de 200 digimons são jogáveis o problema é como obter eles. Como tu só pode ter um digimon de cada vez tu tem que esperar seu digimon MORRER pra poder trocar. Ai quando ele morre tu pode escolher um digiegg de baby I pra treinar e seguir alinha evolutiva dele. O problema é que quando isso acontece é pq tu lá ta com seu Wargreymon X lvl 80 ele morre e tu tem que começar com um ovo lvl 1.

Algumas pessoas também reclamam também sobre os digimons morrerem depois do seu árduo trabalho pra treinar eles. Eu particularmente gosto disso pq faz parte da historia do bagulho. Só que novamente, nos jogos que são assim tu pode ter vários digimons então quando seu melhor morre tu troca pro segundo melhor e assim por diante.

Em resumo o jogo é horrível como jogo mas ainda assim está cumprindo como o papel de saciar minha vontade de dar continuidade a minhas jogatinas da série original. Além disso o próximo jogo que vem depois desse tem todas as coisas boas que esse tem somado ao fato de que retomaram o sistema de batalha dos de DS que nada mais é que um SMT. O que eu acho ótimo, por sinal, principalmente pelos métodos que tu tem pra chamar um digimon pro teu lado. Infelizmente o joguete é pra PSVita e PS3 então faltam uns 10 anos pra eu poder jogar.

Com isso eu acabei baixando o Digimon Masters o MMORPG mais atual da série. Ainda não joguei o suficiente pra poder comentar aqui mas uma coisa que eu achei interessante e posso ressaltar são os personagens. Assim como o Digimon RPG, o primeiro MMO de digimon que é baseado no tamers, tu pode escolher entre personagens já prontos pra jogar a historia dele. Eu acho isso uma merda pq eu queria jogar com eu mesmo poxa. Queria poder personalizar meu personagem e criar um cara único pra jogar num mundo onde não fosse todo mundo igual. Maaaaas eu relevei isso quando descobri que da pra jogar com o Keenan. Eu sempre achei que a historia dele foi pouco explorada e merecia mais foco. O cara nasceu no digimundo e pensa que é um digimon, isso é hilario e triste ao mesmo tempo. Só é broxante a parte que os personagens jogáveis também existem no mundo como NPC (sim tipo WTF), eu to lá andando mo feliz sendo o Keenan e de repente eu tenho que pegar uma quest comigo mesmo.

Por fim outra coisa que achei engraçado é que o jogo de PSP é de 2012 e já era em comemoração do aniversário de 15 anos de Digimon. Ai temos o de PSVita que também é, o de PS4 que vai sair em 2016 que tb é e até o Digimon Tri o Filme que vai ser em comemoração de 15 anos. Acho que eles ficaram parados no tempo -q
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 #236
Não ia pegar nada nessa ultima sale (e nem na próxima, de Black Friday), mas acabei pegando:

King of Dragon Pass
Crookz - The Big Heist
Magicite
Hand of Fate

Embora eu provavelmente continue passando todos meus minutos livres programando pro RPG Maker MV (que tá uma delicia de programar para).
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 #237
Jade Empire é o jogo gratis atual do "On the House" do Origin.

É um dos meus RPGs favoritos, recomendo bastante:
https://www.origin.com/en-us/store/buy/j...al-edition
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 #238
Valkyrie Profile: Lenneth (PSP)

"Come to me, dark warriors! Battle awaits us."

Acho que pelo nome do jogo nem preciso dizer que ele possui bastante inspiração na mitologia nórdica. A história é sobre a missão de uma deusa, a valquíria Lenneth, de reunir almas de heróis humanos e treiná-los, sob ordem do deus Odin, para lutarem em uma guerra divina que será parte dos eventos que levariam a fim do mundo, o Ragnarok. Sendo assim, o jogo é dividido em capítulos, cada um dividido em uma certa quantidade de períodos, que são gastos ao utilizar a habilidade de Spiritual Concentration para encontrar novos heróis e dungeons, ao entrar em cidades e dungeons, e ao se descansar para recuperar vida e status. Ao fim de cada capítulo, passa-se por um evento chamado Sacred Phase, em que se relata os progressos da missão já mencionada. Também pode-se enviar, durante cada capítulo, heróis para lutarem em Asgard (o mundo dos deuses), e observar seu crescimento em cada Sacred Phase. Ao fim do 8º capítulo, dá-se início aos eventos do Ragnarok.

O sistema de batalha funciona de forma interessante até, cada personagem pode utilizar um tipo de arma (exceto a Lenneth, a valquíria que é a protagonista principal, que até agora pelo que vi pode usar espadas e arcos), e realizar ataques, a partir de um mapeamento nos botões X, O, triângulo e quadrado que corresponde à sua posição na formação de batalha, com base na arma com que estão equipados, sendo que algumas podem atacar mais de uma vez por turno. Conseguindo-se fazer os ataques nos momentos e ordem certas, é possível encher uma barra de combo no canto do tela que quando cheia, permite lançar alguns golpes especiais próprios de cada personagem, que por sua vez podem também encher tal barra, o que levará a uma cadeia de golpes especiais. Existem também personagens que são magos e podem utilizar spells durante as batalhas, e há como usar itens em meio à batalha e outras coisas comuns de RPGs.

Por outro lado, como o jogo retrata a missão de uma deusa ao reunir almas de heróis para lutarem em uma guerra divina, obter itens e equipamentos não funciona da mesma forma que em RPGs mais "comuns": você precisa de materializá-los, e para isso, terá de utilizar pontos que ganha no final de cada capítulo, e caso esses não sejam suficientes, será necessário converter itens já existentes nesses pontos, o que pode deixar muitos jogadores desacostumados como eu bem indecisos do que fazer.

Enfim, o jogo em si está sendo muito bom, mas a OST é particularmente divina. Acho que é um dos melhores trabalhos que já escutei do Sakuraba Motoi, tendo em vista o que conheço de suas obras musicais em jogos (Tales of Phantasia/Destiny/Eternia/Symphonia: Dawn of the New World e os jogos da série Golden Sun).

Está sendo bem agradável de jogar até agora, sendo que estou no 3º capítulo do jogo e há um total de 8 capítulos. Quando terminar darei um parecer final.
Responder
 #239
(02/01/2016, 00:10)ShadowStkr Escreveu: Valkyrie Profile: Lenneth (PSP)

"Come to me, dark warriors! Battle awaits us."

Acho que pelo nome do jogo nem preciso dizer que ele possui bastante inspiração na mitologia nórdica. A história é sobre a missão de uma deusa, a valquíria Lenneth, de reunir almas de heróis humanos e treiná-los, sob ordem do deus Odin, para lutarem em uma guerra divina que será parte dos eventos que levariam a fim do mundo, o Ragnarok. Sendo assim, o jogo é dividido em capítulos, cada um dividido em uma certa quantidade de períodos, que são gastos ao utilizar a habilidade de Spiritual Concentration para encontrar novos heróis e dungeons, ao entrar em cidades e dungeons, e ao se descansar para recuperar vida e status. Ao fim de cada capítulo, passa-se por um evento chamado Sacred Phase, em que se relata os progressos da missão já mencionada. Também pode-se enviar, durante cada capítulo, heróis para lutarem em Asgard (o mundo dos deuses), e observar seu crescimento em cada Sacred Phase. Ao fim do 8º capítulo, dá-se início aos eventos do Ragnarok.

O sistema de batalha funciona de forma interessante até, cada personagem pode utilizar um tipo de arma (exceto a Lenneth, a valquíria que é a protagonista principal, que até agora pelo que vi pode usar espadas e arcos), e realizar ataques, a partir de um mapeamento nos botões X, O, triângulo e quadrado que corresponde à sua posição na formação de batalha, com base na arma com que estão equipados, sendo que algumas podem atacar mais de uma vez por turno. Conseguindo-se fazer os ataques nos momentos e ordem certas, é possível encher uma barra de combo no canto do tela que quando cheia, permite lançar alguns golpes especiais próprios de cada personagem, que por sua vez podem também encher tal barra, o que levará a uma cadeia de golpes especiais. Existem também personagens que são magos e podem utilizar spells durante as batalhas, e há como usar itens em meio à batalha e outras coisas comuns de RPGs.

Por outro lado, como o jogo retrata a missão de uma deusa ao reunir almas de heróis para lutarem em uma guerra divina, obter itens e equipamentos não funciona da mesma forma que em RPGs mais "comuns": você precisa de materializá-los, e para isso, terá de utilizar pontos que ganha no final de cada capítulo, e caso esses não sejam suficientes, será necessário converter itens já existentes nesses pontos, o que pode deixar muitos jogadores desacostumados como eu bem indecisos do que fazer.

Enfim, o jogo em si está sendo muito bom, mas a OST é particularmente divina. Acho que é um dos melhores trabalhos que já escutei do Sakuraba Motoi, tendo em vista o que conheço de suas obras musicais em jogos (Tales of Phantasia/Destiny/Eternia/Symphonia: Dawn of the New World e os jogos da série Golden Sun).

Está sendo bem agradável de jogar até agora, sendo que estou no 3º capítulo do jogo e há um total de 8 capítulos. Quando terminar darei um parecer final.

Aiai Valkyrie Profile, que saudades Wub

sombra-kun, no psone tem um valkyrie que, pelo q vc falou, parece muito com esse de psp em questão de história e gameplay(talvez esse de psp seja um tipo de "edição especial") e no ps2 tem a continuação dele. recomendo os 2, ambos são muito bons Icon_e_smile
Responder
 #240
(02/01/2016, 04:11)J.C. Escreveu: Aiai Valkyrie Profile, que saudades  Wub

sombra-kun, no psone tem um valkyrie que, pelo q vc falou, parece muito com esse de psp em questão de história e gameplay(talvez esse de psp seja um tipo de "edição especial") e no ps2 tem a continuação dele. recomendo os 2, ambos são muito bons  Icon_e_smile

O VP: Lenneth é tipo um "port melhorado" do Valkyrie Profile de PSOne.

E sim, depois que zerá-lo, muito provavelmente pegarei o VP2: Silmeria (o de PS2) pra jogar.
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