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Tópico em 'Jogos & Consoles' criado por martec em 08/04/2014, 08:38.
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296 respostas neste tópico
 #256
Tales of Legendia

Zerei no último fim de semana, definitivamente não é o melhor jogo da franquia mas não consigo considerar o pior também

Spoiler:  
A história do jogo é basicamente na primeira metade, um irmão chegando nuam espécie de navio-ilha chamado Legacy (que é o "continente" onde a história se passa) tentando salvar a irmã que é raptada inúmeras vezes, primeiro por um bandido, depois por um sujeito desconhecido, depois pelo príncipe de um império do mal, um tal de Vaclav, e depois pelo chefe da vila onde eles moravam antes de começarem a ser perseguidos que quer transformá-la no oráculo do vilão do jogo, e por fim é possuída pelo vilão do jogo, Nerifes, até eles derrotarem ele. Daí a segunda metade do jogo é os personagens da primeira metade junto com a Shirley tendo que investigar alguns fenômenos estranhos como terremotos e monstros ficando mais fortes sem explicação enquanto se focam em seus objetivos e dramas pessoais e são manipulados sem saber por uma figura das trevas no background, que mais tarde revelam ser uma vilã chamada Schwartz que queria destruir mundo pra livrar as pessoas do sofrimento e da tristeza (bem parecido com o plano da Shizel de Eternia, mas agora ela tava fazendo porque queria mesmo, não porque um demônio possuiu ela).

Daí como de costume no meio tempo ele vai conhecendo outros personagens carismáticos, como Will, um professor universitário cuja esposa morreu e que a filha depois aparece procurando ele e brigando muito por ele tê-la abandonado, Chloe, uma espadachim que teve a família morta por um subordinado do Vaclav quando era criança e por isso resolveu ser independente e saiu em uma jornada para vingá-la, Norma, uma caçadora de tesouros que segue os passos do mestre dela, que morreu tentando encontrar um tesouro lendário chamado Everlight e que vive sendo a palhaça do grupo (e que por sinal, é a healer mais carismática que já vi), Moses, um bandido meio idiota que rapta a Shirley no começo do jogo mas depois ajuda o Senel por descobrir que ela era irmã dele e dar uma grande importância pra "família", Jay, um cara sobre o qual não se sabe muita coisa na maior parte do jogo exceto que tem uma forte relação com uns bichinhos que parecem toupeiras chamados Oresoren, mas que mais tarde descobrem ter tido um trauma na infância devido ao pai adotivo que abusava dele, até escapar e ser criado por esses bichos; e Grune, uma mulher que fica literalmente até o último capítulo do jogo com amnésia e sendo de longe a personagem mais panguá do jogo, até que lembra que é uma deusa e tem enfrentar a Schwartz, que é a segunda metade dela, pra proteger a humanidade. Todos esses personagens são desenvolvidos ao máximo na segunda parte do jogo, que se foca em seus objetivos pessoais e em seus passados nas chamadas "Character Quests", o que eu considerei uma ótima jogada, ainda mais que as histórias de Tales of em grande parte não tem enredos superelaborados e se focam basicamente nos seus personagens e interações.

Enfim, o jogo tem alguns problemas com três coisas:

1) Balanceamento de dificuldade: mesmo no Hard tinha bosses que era basicamente prender num canto da tela e sair combando com Senel + Chloe e talvez Jay enquanto outro sujeito usava magia pra vencer facilmente. O fato do Senel ter técnicas que pegavam um inimigo caído no chão e infligiam um golpe final neles que dava uma quantidade considerável de dano também facilita muito. Por outro lado, há bosses extremamente difíceis nas horas mais aleatórias possíveis, tipo o Stingle que é mais difícil que o Vaclav, o superior dele. Não faz lá muito sentido.
2) Animações: algumas foram bem nerfadas em relação aos outros jogos, tipo Tidal Wave e Indignation.
3) Repetição de inimigos: Legendia tem uma variedade de inimigos menor que o que costumo ver na série e é cheio de recolors mais fortes de inimigos anteriores. Não que outros jogos não tenham feito o mesmo mas aqui definitivamente ocorreu mais.

Porém, o enredo é um dos mais bem elaborados que já vi na série (excluindo o fato da Shirley ser raptada umas cinco vezes seguidas, mas ao menos ela não causa milagres com tropeços que nem a Colette e ainda é bem útil na segunda parte do jogo), os personagens são muito bem desenvolvidos (a maioria tem um capítulo do jogo só pra eles na segunda metade, as "Character Quests", que eu achei uma ideia genial e que deu muito mais profundidade pros personagens que de costume - em especial para o Will e para o Jay), a OST é uma obra-prima (por mais que Sakuraba seja ótimo, não sei como Go Shiina não foi chamado para trabalhar em mais jogos da série, ficando restrito à Legendia, Radiant Mythology e Zestiria no geral)...  Então acho que dá pra considerar o jogo pelo menos mediano em termos técnicos. Tem falhas que não dá pra ignorar mas tem coisas em que se sobressai também.

Pessoalmente, eu gostei bastante dele, acho que ficaria entre os 5 que mais gostei da franquia, apesar de ter entendido porque ele é bastante criticado (porém ainda acho meio exagerado).

Danganronpa: Trigger Happy Havoc

Na verdade estive rejogando pra relembrar detalhes, o jogo mesmo já tinha zerado faz tempo, mas zerei novamente.

Bem, só joguei o Story Mode mesmo, o School Mode vou deixar mais pra frente. Como eu já sabia a história, não teve nenhuma surpresa por assim dizer mas deu pra analisar melhor a execução dela, que é até melhor do que eu lembrava. Monokuma também era mais sacana do que eu lembrava quando joguei a versão de PSP, o cara faz as piadas mais inadequadas nas piores horas possíveis, tipo piadinhas com conotação sexual quando o Naegi tá dando suporte emocional pra Sayaka e falar que o purificador de ar é uma máquina do tempo pra um cara que acabou de se traumatizar pelo que o amigo fez e que faria de tudo pra evitar aquilo se pudesse, aheauehae. A forma como os mistérios vão sendo reveladas e os twists que ocorrem também são geniais, as provas não te dão todas as respostas facilmente e você tem que exercer um pouco de raciocínio pra seguir em frente, além de ser ágil na hora de pensar.

Enfim, não vou me prolongar muito já que é um replay basicamente.

Danganronpa 2: Goodbye Despair

Esse eu só joguei o primeiro capítulo até agora, e está até melhor que o primeiro ao meu ver.

Gostei no novo sistema de level que colocaram, deu um motivo pra atualmente se locomover pelos locais e "explorar" ao invés de ficar teleportando de um lado pro outro conforme necessário.

E talvez tenha sido impressão minha por ter rejogado o primeiro jogo logo antes mas o primeiro class trial parece ter sido mais longo que a média do primeiro jogo e também mais difícil e imprevisível no geral (lembrando que em ambos deixei a dificuldade no Mean). Espero que continue nesse nível.

Spoiler:  
Also, Komaeda é um filho da puta e queria que ele tivesse morrido no lugar do Togami. O cara era antipático pra caramba no primeiro jogo, apesar de ser bem carismático, e logo agora que ele melhora um pouco em personalidade morre por causa do esquema do Komaeda e pela burrice do Teruteru, que no fim das contas morre também.
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 #257
Danganronpa 2: Goodbye Despair

Terminei há alguns dias já, mas só agora tirei tempo pra escrever. E rapaz, foi até melhor do que eu pensava que iria ser.

Spoiler:  
Nunca que eu imaginaria que o cast todo de personagens seriam membros da Ultimate Despair passando uma terapia via realidade virtual pra se curarem justamente de sua condição "desesperadora" e que na verdade não era nem pro Monokuma estar ali e que tudo só ocorreu porque a Junko deu um jeito de se meter como uma inteligência artificial ali dentro e sabotar tudo pra tentar se ressuscitar no corpo dos mortos. Pra ver como essa psicopata é tão maluca que causa merda até depois da própria morte. Ao menos se ferrou de vez no fim (eu acho).

Bem, os class trials no geral foram mais legais e difíceis que os do primeiro jogo ao meu ver, os personagens no geral também. Os que mais gostei foram definitivamente a Ibuki por causa da personalidade elétrica e animada dela, Nekomaru por causa da personalidade exagerada e a história de superação na rota dele e Gundham por causa das palhaçadas vindas de RPG dele. Pena que os dois primeiros morreram como vítimas de crime e o terceiro cometeu um, então tive que dar adeus pra eles antes do fim da história. Teruteru é um que parecia ser legal também mas morreu cedo demais. O Komaeda também é um personagem interessante por ter uma visão de mundo pra lá de distorcida e por causa dos esquemas mas muito fdp pra eu gostar de verdade.

O falso Byakuya aka Ultimate Imposter eu achei até melhor em personalidade que o Byakuya original mas também morreu cedo demais. Chiaki é uma personagem que eu achava whatever no começo mas eventualmente me conquistou, acabou que achei bem triste ela ter "morrido" junto com a Usami. Sonia, Kazuichi e Akane são OKs, não são personagens tão especiais mas tem seus momentos. Peko é uma personagem que poderia ter gostado mais se tivesse sido mais independente ao invés de ficar sendo "protetora" do Fuyuhiko (e justamente se não tivesse morrido apenas pra protegê-lo/vingar a morte da irmã).

O Fuyuhiko por si é bem irritante até o fim do Chapter 2, depois que quase morre e perde a visão de um olho ele vira gente e melhora consideravelmente. Mas acho que a que menos gostei mesmo foi a Mikan já que ela era basicamente resumida em 50% fanservice, 49% cuidar de alguém machucado, e 1% ficar doidona no terceiro class trial e morrer por ter matado a Hiyoko e a Ibuki. Também não fui muito com a cara da Hiyoko, mas isso não é novidade, não costumo gostar muito de personagens do arquétipo dela, ainda mais com essa falsidade tosca. Por fim, Mahiru é a personagem mais sem graça do jogo.

Por sinal, as execuções foram em grande parte bem boladas também, só achei a da Mikan e a da Junko meio sem sal, mas o resto foi bem criativa. A do Gundham até agora é a execução que mais gostei na série.

E eu odeio aquele escape game do Chapter 4 e vou matalo.

De qualquer forma, agora que eu completei os dois Danganronpa, acho que já dá pra assistir o anime que vai ter na próxima temporada. E espero que lancem o Another Episode e o V3 na Steam no futuro porque eu não tô com muita vontade de comprar um Vita no momento não.
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 #258
Estive jogando Ace Attorney Trilogy e acabei de zerar o Trials and Tribulations hoje, então vou falar o que achei de cada jogo.

Phoenix Wright: Ace Attorney

Pra um primeiro jogo da série, não foi nada mal. Apesar dos dois primeiros casos terem sido um pouco previsíveis, os seguintes já foram mais cheios de reviravoltas e maluquices, com menção especial ao quarto caso em que tem até um papagaio servindo de testemunha aheauehae. O meu preferido definitivamente foi o último caso, Rise from the Ashes, principalmente pelas mecânicas novas de investigação e a alta complexidade, mas o Turnabout Goodbyes também foi muito bom e complexo.

Em questão de lógica, achei o jogo bem fácil. O sistema de penalidades é bem simples: 5 erros num mesmo julgamento e era game over. O único caso que realmente me deu problema foi o Rise from the Ashes.

Phoenix Wright: Ace Attorney - Justice for All

Esse jogo parecia meio fraco pelo primeiro caso, mas os casos seguintes foram bem melhores. O melhor no entanto foi definitivamente o último, "Farewell, my Turnabout", em que teve até um assassino de aluguel testemunhando em pleno tribunal por meio de um rádio aheuaehaeeah

Em questão de lógica, ele foi bem mais difícil que o primeiro, as contradições tavam mais difíceis de encontrar, além de terem deixado o sistema de penalidades mais complexo, que agora funcionava que nem uma barra de HP e dependendo do momento do julgamento, tu perdia mais ou menos dela.

Also, a filha do von Karma é definitivamente a melhor promotora, eu não conseguia parar de rir toda vez que ela saia chicoteando até o juiz em pleno julgamento.

Phoenix Wright: Ace Attorney - Trials and Tribulations

Esse jogo teve dois casos que não me chamaram tanto a atenção por mais que tenham sido bons (o segundo e o terceiro), mas o primeiro, quarto e último casos foram estupendos. Foi interessante ter podido jogar com a Mia em dois desses, e mais tarde, no último caso, ver tudo se conectando, bem como a conclusão do segundo caso do Justice for All.

Achei ele até mais difícil que o Justice for All em questão de lógica, teve muitas contradições que eu custei a encontrar, até mais que o segundo. E por fim, Godot é husbando.

No geral, gostei de todos os jogos e desse estilo maluco da série de misturar investigação criminal com defesa em tribunal cheia de maluquices, e pretendo jogar os outros dois da série principal (Apollo Justice e Dual Destinies), bem como Spirit of Justice quando sair em inglês. Talvez pegue até os spin-offs do Edgeworth eventualmente.
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 #259
Apollo Justice: Ace Attorney

Esse jogo teve minhas investigações favoritas da série. Eu adorei o sistema do Rise from the Ashes de examinar evidências com a touch screen pra encontrar impressões digitais e ver ele aparecendo aqui de novo foi ótimo. Só foi meio difícil de se acostumar com a engine de texto que não me deixava skippar pro fim da linha, diferente da do Trilogy.

Sobre os casos, foram bastante bem-feitos e bem complexos no geral (até o primeiro caso me pareceu mais complexo que o de costume da série), e o Turnabout Succession em especial foi genial, conectando o passado do Phoenix, o primeiro caso do jogo e uma personagem que havia aparecido anteriormente em outro caso. Além de que foi ótimo o antagonista, que era um advogado, se ferrar por causa de uma mudança no sistema de julgamentos pra implementar um júri de forma a evitar falhas aheuaehae

O que eu achei mais fraco em relação aos outros jogos, no entanto, foi a soundtrack. Teve um julgamento que voltaram às músicas do primeiro jogo e isso foi legal mas das outras eu só gostei mesmo da Telling the Truth.

Bem, agora falta o Dual Destinies da série principal.
Responder
 #260
Phoenix Wright: Ace Attorney - Dual Destinies

Honestamente, achei um pouquinho mais fraco que os outros jogos, mas não foi ruim.

A introdução da Athena foi interessante por ter adicionado aquele esquema de psicologia pra poder ver quando as testemunhas estavam mentindo, mas acho que poderia ter sido melhor organizado. Isso acabou tomando muito mais do jogo que os antigos esquemas com a Magatama e o bracelete do Apollo, enquanto a própria Athena quase não foi jogável como advogada propriamente dita (só no terceiro caso, nos outros ela no máximo ajuda). Espero que no próximo jogo isso seja mais equilibrado.

Quanto aos casos, o primeiro é o típico caso introdutório, o segundo foi bem fraquinho, o terceiro foi mais interessante, e os dois últimos são meio difíceis de se separar porque se interligam, mas com certeza foram os melhores do jogo como de costume.

O novo detetive, Fulbright, é provavelmente o mais carismático da série, já o Blackquill não é um promotor ruim, mas comparado à Franziska, Edgeworth, Godot e Klavier, achei menos interessante, mesmo com a nova catchphrase (SILENCE!). Mas obviamente é melhor que Payne e irmãos aheuaehea.

Agora falta os spin-offs do Edgeworth e o crossover com Professor Layton, mas não sei se os jogarei a seguir.
Responder
 #261
http://kotaku.com/after-nine-years-work-...1785061831
9 anos! Quase superaram o @Esteves...
Responder
 #262
(11/08/2016, 02:19)Ketolow Escreveu: http://kotaku.com/after-nine-years-work-...1785061831
9 anos! Quase superaram o @Esteves...
Nossa, eu tinha ouvido falar sobre esse projeto há muito muito tempo atrás e depois nunca mais ouvido falar de novo. Nem lembrava, muito menos imaginaria que ainda tava ativo.

Batuta ver projetos sendo completados, porque isso é tão raro.
Responder
 #263
Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth

Finalmente zerei esse jogo que demorei um pouco mais que os outros jogos da série devido ao gameplay um pouco repetitivo e falta de tempo livre.

Enfim, apesar de considerado o gameplay inferior aos jogos do Phoenix Wright e do Apollo Justice, a história foi bastante bem arquitetada. Todos os casos tem uma conexão e o último caso une todas as pontas abertas pra revelar o verdadeiro criminoso por trás de tudo. Espero que o segundo jogo, quando for jogá-lo, siga um estilo parecido.

A OST como sempre foi bastante boa, acho que o tema de Confessing the Truth daqui é o meu preferido da série e o tema de Pursuit não fica muito atrás.
Responder
 #264
Ace Attorney Investigations 2: Prosecutor's Path

Já tinha gostado do primeiro mas esse aqui conseguiu melhorar em todos os níveis. Além de ter deixado o gameplay um pouco mais variado com a introdução de um novo minigame (Logic Chess), os casos ainda foram no total mais complexos, bem como a conexão entre todos eles que se faz novamente presente ficou bem mais sutil e difícil de se imaginar que a do jogo anterior.

Os novos personagens introduzidos foram bastante interessantes também, em especial a Justine Courtney que de início parece bem fdp, apesar de carismática, mas revela um outro lado de sua personalidade mais pro final e se torna uma grande aliada. O Debeste também melhora muito e brilha no último caso do jogo. E o Ray é o best uncle of all time.

O vilão por trás também foi bastante inesperado, só teria sido melhor se eu não tivesse levado spoiler dessa bosta.

Bem, agora é esperar o Spirit of Justice, e talvez, eventualmente jogar o Dai Gyakuten Saiban.
Responder
 #265
Gyakuten Kenji 2

Nomes usados serão na versão japonesa pq fuk u localizafags.

O primeiro foi fraco, apesar de não ser ruim. E sinceramente eu não tinha altas expectativas desse segundo, por conta disso.

Mas tudo isso mudou quando eu tive contato com o primeiro caso. Explicarei o motivo.

Normalmente o primeiro caso eh meh, normalmente eh um tutorial que as vezes tem relação com os casos futuros. Mas isso não ocorreu nesse jogo. O primeiro caso eh complexo, a ponto de estar a par dos casos normais. Se o primeiro Gyakuten Saiban era caso 1, caso 2, caso 3, etc, o Gyakuten Kenji 2 parece ser um caso 2, caso 2, caso 3, etc. Eu achei surreal.

Agora, se tratando do jogo em si. Enredo-wise, o jogo eh incrível, está perto do que seria o Saiban 3. Personagens ótimos (já falei que eu me apaixonei pela Hakari Mikagami?). A princípio eu achei que o Yumihiko Ichiyanagi seria apenas um saco de pancada/alívio comico, mas ele recebeu um belo desenvolvimento e dois temas que dividem bem esses momentos.

Quanto a jogabilidade. Eu particularmente achei ela meio forçada principalmente com o logic chess algumas vezes, tornando o próprio processo muitas vezes facil, sendo apenas uma especie de dating sim com cronometro. Claro, ao inves de se querer conquistar o alvo, você quer eh que ele desembuche.

Falando da dificuldade, eu achei o jogo deverás fácil. O número de dicas é extremamente alto, as contradições são bastante óbvias, eu normalmente perdia vários pontos em Gyakuten Saiban, mas isso raramente ocorria em Kenji 2, ocorrendo em apenas eu perder um ponto algumas raras vezes. Em suma, Gyakuten Kenji 2 é "um passeio no parque" como diz a expressão anglófona.

Todos os personagens foram bem desenvolvidos na trama, com especial nota a Mikumo Ichijou, a qual eu NÃO havia gostado tanto no primeiro jogo. Não obstante o desenvolvimento dela em Kenji 2 desenvolveu o carisma da personagem num nível muito mais aceitável. Parabéns aos responsáveis pelo enredo.

Agora falaremos da melhor coisa do jogo, a nossa juíza e best milf, Hakari Mikagami.
Muita gente, e o Shadow mostra isso claramente, vai dizer na lata que ela é uma vadia. Bem, ela é rival, todo rival é bitch.

Mas...ela é uma rival completamente diferente. E isso se deve ao fato dela ser juíza, o que me deixou estupefato com como essa personagem é maravilhosa. Diferente de outros rivais, a partir de um ou outro argumento provado ela, sem receio, toma o seu lado. E isso ocorre em todos os casos, alguns mais tardios do que outro, mas ainda assim, tendo as evidências, ela ficava do seu lado. Isso te causa um efeito de "ela, que detém o poder de me ferrar, está frequentemente me dando razão" o que no final será revelado o porquê de sua sutil dualidade.

Um comentário extra aqui, é que, desde a primeira vez que coloquei os olhos nela, notei que ela tinha algo, como se fosse um resquício de alguma coisa que está relacionado com o que eu gosto em essência. Achei que fosse a franja e o fato dela ter alguns movimentos semelhantes a esgrima, mas eu sabia que isso era viagem minha. Foi ai que fui pesquisar. E fiquei pasmo com o que encontrei na early concept artwork dela.

Spoiler:  
[Imagem: uAbfgaZ.jpg]
dat jojo clothes btw
[Imagem: 3IzIXys.jpg]

Aos que me conhecem, não preciso nem comentar.

Hakari Mikagami, best milf em toda sua jurisprudência.
Deixo aqui seu tema in-game, o qual não preciso dizer o motivo de tanto gostar.


Aos que jogaram Phoenix Wright anteriormente, recomendo fortemente que joguem.
Responder
 #266
ÉÉÉÉÉÉÉ´´EÉÉÉÉÉÉ´ AMIGOS

Acabei o jogo.
Juro que fiz de tudo pra ir rápido.
Foi o mais rápido que eu pude ok? humpf

Fire Emblem: Awakening

O que falar desse jogo que eu mal conheço e já odeio tanto?

Devo iniciar dizendo que esse, além de meu primeiro jogo da franquia, foi também o meu primeiro RPG tático. E embora eu me considere alguém acima da média na curva de aprendizado (leia: Aprendo as coisas relativamente rápido), admito que matei a Lissa 5x na primeira quest do jogo...

Foi uma experiência divertidamente frustrante... ou frustrantemente divertida, não sei dizer ao certo qual adjetivo merece destaque. Por não ter o costume de como a jogabilidade funciona, ou o que eu deveria estar fazendo, eu passei por diversos apuros que seriam facilmente evitados... Algumas quests levaram literalmente HORAS para serem concluídas, por uma soma de diversos fatores - sendo 'burrice' um expoente comum em todos eles - que foram sendo eliminados ao longo do jogo.
Quando descobri que R+L+Select voltava o jogo pro menu inicial (obg Esteves); Que X marcava o alcance dos inimigos do mapa; que A em cima de uma tropa destacava o alcance dele; que o seu personagem só pode se defender com a arma que ele usou pra atacar no turno passado; que o Chrom deveria ser upado pq Great Lord tem skill roubada pra caralho; Que você tem que falar com os npcs com nome pra recrutar eles; etc etc etc, a experiência de jogo melhorou absurdamente.
Ainda assim, por causa da minha política de "modo história primeiro", que eu ainda acho que é o que deveria acontecer em qualquer jogo (mas discuto isso depois), eu acabei sofrendo nas quests, já que meus personagens estavam underleveled.

[Imagem: ulw6BeW.jpg]

Mas enfim, vamos falar de coisa menos pior, vai.

Como comentei, esse foi meu primeiro RPG tático. Nunca tinha jogado algo semelhante. O mais próximo, talvez, seja aqueles Tower Defense do Fliperama (nossa como eu gostava desses joguinho).
A jogabilidade é muito repetitiva, pra dizer o mínimo. Mas, o que estávamos esperando de um jogo japonês que é a mesma coisa há 20 anos? Pokémo- er Fire Emblem sempre foi assim, não posso reclamar né. E, além disso tudo, ela só tem duas opções: Esmagamento unilateral seu, ou esmagamento unilateral do adversário. Em nenhuma das quests que eu fiz (Seja da história, seja os Paralogues, seja as 'free quests' dos Risen, ou nas quests do DLC), ouve uma 'batalha de igual pra igual'. Eu sempre vencia com uma facilidade tremenda (em alguns casos, até em UM TURNO SÓ), ou eu sofria pra caralho e era massacrado, tendo que jogar por mais de 20 turnos (Paralogue da Nah, estou te encarando) pra ter uma chance, ou até eu grindear o suficiente pra transformar a quest num massacre unilateral da minha parte.
Todo o sistema de "jo-ken-po" de armas, de perícia pra usá-las, de classes... São coisas que, a princípio, parecem ser super importantes e relevantes, mas que ao longo do jogo, você percebe que são totalmente desnecessárias para completá-lo. É a mesma coisa que Pokémon: "Ain IVs, ain Nature, ain STAB..." são tudo coisas importantes no metagame, que vc precisa sim usar e saber como usar no competitivo, mas pro jogo per se? Foda-se.
Mas, apesar de todos esses problemas, eu ainda conseguia me divertir jogando. Principalmente depois que transformei o Robin/Avatar em Dark Knight. Puta merda ele ficou imortal depois disso...

ANYWAY

Sobre a história do jogo, que na minha opinião, é (ou deveria ser) a parte forte de qualquer RPG, seja ele tático ou não... Eu estou de mãos atadas.
Digo, tenho minha opinião formada sobre a história em si (que revelarei logo logo), mas como não sou um conhecedor das histórias antigas, não sei quem foi Marth, ou Fire Marth, ou Female Marth, ou Chick Marth, ou qualquer outra persona do Marth, não tenho muito por onde me apoiar.
Dá pra dividir o roteiro de Awakening, basicamente, em quatro 'partes', e vou comentá-las separadamente:


[Imagem: S4J86pW.jpg]


1.) Campanha contra o Rei Louco

Ehh, esse início de jogo foi até que interessante, visto que TUDO era novidade. Quaisquer informações dadas pra mim, eram encaradas como algo inovador. Foi ai que conhecemos a maioria dos personagens, os reinos, as histórias que seriam contadas. Por mais que tudo tenha sido um simples "Devemos resgatar a princesa!!!" enorme, o que houve no DURANTE foi interessante: Ver que a motivação do Gangrel era uma rivalidade de muitos séculos atrás (provavelmente criada por causa de algum Marth); ver como eles levavam MUITO A SÉRIO essa rivalidade, a ponto de cometer vários 'crimes de guerra'; Ver também que, apesar disso tudo, muitos dos seus subordinados não estavam nem ai pra esses assuntos do passado e só queriam viver em paz (A Tharja como maior exemplo). O sacrifício da Emmeryn foi um baque pra mim, visto que estava indo tudo tão bem, ai do nada BANG Risen everywhere, e aparece a primeira 'escolha' do jogo: Sacrificar a coitada ou tentar salvá-la? Tem certos tipos de escolhas que são óbvias. Apesar dessa, em especial, não levar a nada (ela morre de qualquer maneira, why even bother?), me lembrou que o jogo é no estilo VN então escolhas dessas apareceriam eventualmente no futuro.
Achei uma campanha sólida, no geral. Apesar do final ter sido bem broxante... Tipo, porra, passamos 10 fodendo capítulos tentando acabar com essa guerra, e ela acaba no meio do nada com o Gangrel falando asneira e dai só morre.

2.) Campanha contra o Conquistador

Dois anos se passam, e isso também me pegou desprevinido. Quando acabou a primeira parte, tava com uma cara de que o jogo ia acabar ali mesmo. Só que se passam ai dois anos e é como se começasse outro jogo completamente diferente. A campanha do outro continente é quase que completamente separada da primeira. E sendo sincero, foi também melhor. Até pq começaram a revelar as coisas sobre as fucking timetravel bullshit, apareceram diversos personagens que ficaram entre os meus favoritos (Say'ri, Cherche, Henry, Lucina...), e sinceramente, teve um antagonista muito superior. O Walhart é tão melhor que o Gangrel, ele tem, além de CARÁTER, uma motivação menos pior. O Cervantes é simplesmente o melhor 'vilão' do jogo, já que o Bigode dele dá esse status, como a ciência diz. O Excellus é um grande filho da puta, mas que no final das contas tomou no cu do jeito que merecia (diferente do Gangrel). Toda a história da Say'ri (que se confunde com a história dessa segunda campanha) foi legal. Eu simplesmente adorei a Say'ri como personagem. Ela teve um desenvolvimento interessante, ao redor das amizades dela, do próprio irmão. Foi uma das melhores partes do jogo, imo.

3.) Paralogues, ou, como reunir um monte de crianços

Comecei a fazer esses paralogues pq o Esteves me forçou, e sinceramente falando, não me prestou de nada. Eu não usei nenhum dos filhos do futuro no jogo. No máximo a Morgan em algumas 'free quest'. Apesar disso, as quests em si foram bem... eh, como dizer? Estranhas, pra dizer o mínimo.
Muitas delas mostravam situações bizarras (Como a da Cynthia, do Laurent, da Nah...). Eu até já cheguei a discutir isso com o Esteves, mas vou repetir: Mano, vocês estavam no FUTURO. O mundo de vocês ACABOU. Vocês passaram DOIS ANOS no passado onde o mundo não acabou mas tudo que levou ao fim do mundo ESTÁ ACONTECENDO. Cara, isso é absurdo. NÃO IMPORTA QUAIS SUAS MOTIVAÇÕES, tu sabe que o futuro está pra se repetir, e nem ao menos TENTA evitar isso? Isso é simplesmente um absurdo. A Lucina é a ÚNICA personagem com bom senso, entre os filhos do futuro. Bem, alguns personagens demonstraram clara preocupação com o futuro, mas acabaram ficando presos em algum lugar devido a alguma situação (Por exemplo: Brady, Kjelle, Severa e mais ou menos o Yarne)... MAS OS OUTROS FIZERAM LITERALMENTE NADA. ELES FICARAM POR AI ANDANDO, PEGANDO GAROTAS EM CAVERNAS, LAMENTANDO TODO O CAOS E SOFRIMENTO QUE ESTÁ INEVITAVELMENTE POR VIR, BUSCANDO CIDADES MISTERIOSAS, SENDO O BATMAN, etc etc etc. Eu achei isso simplesmente absurdo.
E no geral, os paralogues não acrescentaram muito. A maioria deles (e agora, acrescentando os que não são de crianços, como os de Spotpass e os primeiros) foram só sobre coisas 'normais', digamos. Mercenários brigando, ladrões roubando, Risens zumbizando... Enquanto ajuda na construção do mundo e no aspecto 'rpg' do jogo, não é muito relevante, além dos itens e recrutamentos.

4.) GOTTA SALVAR O MUNDO

Ok agora que a porra ficou séria de verdade. O Avatar ser filho do Validar? wtf? Isso foi o maior plot twist do jogo, pra mim. E gostei do fato deles terem explicado a maior parte das merdas que eu fiquei "dafuk is happening" durante o jogo. Algumas coisas não me convenceram muito (Tipo a forma do Basílio ter sobrevivido), mas fiquei bem feliz pelo fato de terem explicado bastante coisa.
E essa parte da história é uma das mais 'pesadas', quanto a escolha. Eu sinceramente, no fundo do meu coração, concordava com a Lucina. Ela tinha muitas razões pra fazer o que fez, e eu assinava em baixo. Mas quem fazia isso tudo era... bem, EU. Não o Avatar. Como eu sempre levo esse aspecto de RPG bem a sério, eu tomei a decisão que o Avatar tomaria, e não a que eu tomaria. Da mesma forma, no grand finale... Quando me deram a escolha (de verdade) de me sacrificar pra matar o Grima de uma vez por todas ou não, eu não hesitei e salvei o mundo. Quer dizer, o Avatar não hesitou... Eu hesitei... Queria ver os relacionamentos finais do Avatar com os personagens... Mas ugh, o Avatar tinha que salvar o mundo pra sempre. Ele faria algo assim.


[Imagem: T3pnMX4.png]


Sobre os personagens... Cara, que ótimo jogo. Tem um milhão de personagens no jogo, e praticamente todos eles são super legais, gostáveis, tem histórias e desenvolvimentos relevantes... E o sistema de suporte só melhora isso tudo. Se eu tivesse tempo (e paciência), eu ficaria rejogando o jogo milhões de vezes, só para conseguir ler todos os suportes entre todos os personagens.

Mas quem se importa com palavras? Quando o assunto é joguinho japonês, tudo que vale são RANKINGS.
Vou fazer dois, um pra homens e outro pra mulheres, pq a comparação é injusta.


PERSONAGENS MASCULINOS:

**S-Tier - Talvez eu pudesse ser gay por eles:
- Henry
Cara, que personagem maravilhoso, puta merda. Eu simplesmente adorei esse filho da puta desde a primeira linha de diálogo dele. Personagens desse estilo são, sem dúvida, um dos meus favoritos. Piadistas ao extremo mas que tem muita merda na cabeça por n motivos. O Henry é foda.
- Owain
As garotas amam quando... A mão da espada arde. Enquanto eu não sou um fã do esteriótipo de "Chunni", em obras 'contemporâneas', essa foi a primeira vez que eu vejo esse estilo num cenário 'medieval', e lá, ficou sensacional. Achei foda pra caralho, muito engraçado como ele consegue trocar de 'personalidade'.

**A-Tier - Fodões, lindos, fortes, másculos, nossa, que homens! (Hétero):
- Chrom
Ele é um bom personagem, extremamente CONSISTENTE. Ele tem seus ideais e suas ações estão sempre embasadas neles. Embora eu ache que a sua confiança acabe sendo uma grande falha (ainda mais para um líder como ele), ele foi um ótimo protagonista, consegui muito bem simpatizar com ele.
- Brady
Outro personagem com características que eu acho sensacionais, e que trazem diversas implicações de humor. O Brady, sendo filho da Maribelle, é um almofadinhas total, mesmo com essa cara e jeito de delinquente dele. O maluco é super gente boa, adoraria ter tido tempo (e paciência) pra upá-lo e ver os suportes dele.

**B-Tier - Bacanas, interessantes e amigos da garotada:
- Lon'qu
Do tipo quetão. Gosto de uma frase dele: "Ele manda, e eu espeto coisas, é assim que funciona por aqui". Foi uma das tropas que eu usei bastante, e gostei de como o relacionamento dele com os personagens foi evoluindo.
- Basilio
Ao contrário do anterior, do tipo véião. Gosto de personagens cientes de si mesmo, de suas falhas e suas forças. Ele é basicamente o tiozão que faz a piada do pavê. Tem como não gostar?

**C-Tier - Méh:
- Frederick
Não gosto nem desgosto dele. Ele é um personagem importante e que faz muitas coisas na história, mas a personalidade e o jeito de ser simplesmente não me agradam...
- Gregor
Ele é engraçado, mas não curto muito personagens desse estilo. É um estilo rip-off, que enquanto é parecido com o do Henry, é muito inferior, imo. Also, lendo sobre ele na Wikia eu descobri muitas coisas que eu não sabia, e isso me fez gostar um pouquinho mais dele (mas não o suficiente pra subir pra B-tier).
- Libra
Embora eu goste, no geral, do esteriótipo de 'homem religioso', o Libra é simplesmente... er... Muito whatever. Ele não consegue passar nenhuma impressão marcante, além das piadas de trap.

**D-Tier - Literalmente "Quem?":
Basicamente personagens que eu NUNCA usei, então não tenho opinião nenhuma sobre. Mas que também não causaram boa/má impressão logo de cara, posso nem xingar...
- Stahl
- Vaike
- Donnel
- Ricken
- Yarne


**Eww-tier - Ai que nojinho:
- Virion:
Cara, que moleque chato da porra, puta merda. Eu normalmente não tenho (muitos) problema(s) com o tipo garanhão, conquistador, etc. Mas meu deus como tu é chato em Virion. Só te usei pq tu era mais ou menos fortinho.
- Laurent:
Tão chato quanto a mãe, simplesmente ODEIO esse tipinho.
- Gerome:
Cara, eu sei que o Batman é foda. Todo mundo gosta do Batman, todo mundo QUERIA SER o Batman. Mas você levou isso meio ao extremo, né não? Pqp chega a ser mala... Edgylord.

**RIP-tier - Descanse em paz:
- Gaius
- Inigo



[Imagem: SxAuyNi.png]


PERSONAGENS FEMININOS:
(Alerta de cringe: Best dando crises por causa de Waifus)


**S-Tier - Waifus, garotas maravilhosas e boas demais para esse mundo, cujo respectivo sorriso deve ser protegido:
- Cordelia: EU NÃO LIGO PARA O QUE VOCÊ DIZ, ESTEVES. TUDO QUE VOCÊ DIZ SÃO FALÁCIAS PROPOSITAIS COM PROPÓSITOS DUVIDOSOS VIRTUADOS PARA QUE EU NÃO SEJA FELIZ, POIS VC TEM INVEJA DE MINHA VIDA. Rly tho, Ela normalmente seria uma personagem de B-Tier, talvez A, sendo sincero. Mas como eu casei ela com o avatar, usei ela por todo o jogo, li todos os diálogos, defendi a fidelidade dela com tanto ardor... Que acabei me apegando. Ela não tem uma participação muito importante no longo prazo da história, mas tem no meu coração <3.
- Anna: ARA, IRASHAI! Ela, com certeza, foi amor a primeira vista. Logo quando comecei o jogo e encontrei com ela vendendo coisas, eu já falei 'QUERO CASAR COM ELA COMOFAS'. O @Jinrou fdp falou que não valia a pena pq ela só dava um filho e as skills do Avatar eram mto boas para deixar passar... Ai o burrão aqui foi na onda do japonês de araque e abandonou o verdadeiro amor... Ela é ótima, meu deus. A voz, a pose, o jeitinho de ser... Ahhhhhhh!
- Lucina: Apesar de ter sempre essa construção de mulher forte, independente, poderosa e com ambições muito maiores do que coisas mundanas poderiam oferecer... Eu simplesmente não aguento, a Lucina é aquela garota que dá vontade de abraçar e proteger pelo resto da vida. O momento que ela revela quem é pro Chrom, e cai no choro nos braços dele, é simplesmente lindo... Eu casaria o Avatar com a Lucina muito fácil, e inclusive teria feito isso no gameplay original mesmo, se quando ela apareceu, ele já não fosse casado com a Cordelia. Culpa do Esteves, que ficou me apressando "NOSSA BEST COMO ASSIM TU JÁ TÁ NO CAPÍTULO 11 E NÃO TEM NINGUÉM CASADO AINDA WTF TU VAI CAIR EM BAD END VAI CASAR AS PESSOA"...

**A-Tier - Best Girls, gurias lindas e fofas e que merecem viver felizes pelo resto dos dias:
- Lissa:
Gostei dela logo de cara, como era de se esperar. Loira de olho claro, carefree mas firme quando precisa, a Lissa tinha diversas qualidade que me fizeram adorá-la como personagem. Ao longo do tempo eu meio que fui... er... Não me achando bom o suficiente pra ela. Ela merecia alguém melhor que o avatar.
- Sumia:
Era engraçado, sempre que eu tentava falar com ela, ela SUMIA.
...
Ela é muito bonitinha e tem esse jeito todo desastrado que quando usado do jeito certo acaba sendo um charme. Mas ela claramente gostava de outro homem e como NTR é coisa do light eu a deixei pra quem ia fazê-la feliz.
- Olivia:
A Olívia foi um caso semelhante ao da Lucina, onde quando ela apareceu, o avatar já estava casado com a Cordelia. Apesar de eu não ter gostado TANTO ASSIM da Olivia, ela era sim uma candidata. E talvez pudesse crescer no meu conceito, da mesma forma. Mas no final das contas eu nem usei ela direito, ela chega mto fraca num momento ruim da história...
- Cherche:
Ela tem uma pegada parecida com a do Henry, no sentido de fazer humor, mas não tão legal como o dele. E apesar de ser bonita, tem algumas melhores que ela. Mesmo assim, é uma personagem adorável e que não mereceu aturar o mala do Virion por tanto tempo.
- Say'ri:
Como comentado na parte do plot do jogo, a Say'ri me conquistou por sua história, sua luta, seu desenvolvimento. Ela nem é meu tipo, tbh. Morena, cabelo lambido, sotaque... Mas ela como pessoa é simplesmente sensacional. A usei o tempo inteiro desde o momento que foi recrutada, mesmo com as dificuldades de fazer pair up com ela.

**B-Tier - Garotas legais, bonitinhas e que não deviam morrer jamais (sei lá tá difícil já de pensar em coisas):
- Maribelle:
OHOHO. Eu tenho uma opinião LIGEIRAMENTE positiva sobre Ojou-samas. Não são minhas prediletas, mas até que tem seu charme. A Maribelle é uma guria que, como a própria Sumia diz no capítulo 2, "demora para se apegar as pessoas". Vendo os suportes dela, vi que isso realmente é verdade, e isso fez com que ela subisse do C pro B. Ela tava no C originalmente pq... bem, vcs vão ver oq é o C.
- Tiki:
Eu fui com a cara dela logo de cara. Mesmo não sendo muito fã do esteriótipo que ela tenta trazer, achei ela até que bem bonitinha, e sinceramente? Ela tem o MELHOR Sprite do jogo, hands down. Also, os suportes dela com a Say'ri são bacaninhas e me fizeram gostar mais dela.
- Severa:
ME BATE, ME PISA, LIMPA O CHÃO COM MINHA CARA. Eu tava sentindo MUITO a falta de uma Tsundere nesse jogo. Eu fiquei super indignado, pensando "COMO ASSIM UM JOGO JAPONEIS CHEIO DE WAIFUS QUE N TEM UMA TSUNDERE?". Ela finalmente apareceu e eu fiquei aliviado. Apesar das discussões dela com a mãe serem bem malas... Ugh.
- Morgan:
A minha filhinha linda ounnnt. Eu adorei a Morgan, e juro que o fato dela ser dublada pela Miyuki Sawashiro não tem nenhuma relação com iss- ah quem queremos enganar, eu amei a voz dela. Só achei meio paia o fato de ela também não ter memórias, e não recuperar de jeito nenhum... Bah.

**C-Tier - Méh:
- Panne:
Acho que é a mesma coisa que a Maribelle, mas no caso, o esteriótipo da Panne é levemente negativo pra mim. Eu usei ela bastante no jogo, mas nem upei direito, já que era só suporte 24/7. E o fato de eu não poder ACELERAR a animação dela se transformando em coelho gigante me deixava puto. Mas eu gostava do Sprite dela.
- Nowi:
Lolis de mil anos de idade, ugh... Mas ela é engraçadinha.
- Flavia:
Ela nem abusa do nome dela né, não usou hack pra ganhar do Basilio nenhuma vez. Ela é véia e quem gosta de MILF não sou eu.
- Cynthia:
Essa devia estar no D-Tier, mas como ela faz pose de Kamen Rider, subi uma.

**D-Tier - Literalmente "Quem?":
Da mesma forma que os homens, são personagens que eu nem usei nenhuma vez, e nem tive uma impressão suficiente logo de cara.
- Nah
- Kjelle


**Eww-Tier - Credo:
- Miriel:
MANO COMO EU ODEIO ESSE TIPINHO, MEU DEUS. Vou até me abster de comentar muito pra n passar dos limites.

**RIP-tier - Descansem em paz:
- Tharja
- Noire


[Imagem: kyzLard.jpg]

Pra finalizar (sim, isso acaba um dia), uma lista dos casamentos que eu fiz. Tome nota que esses são todos os que, na minha singela opinião, mais combinavam uns com os outros, e que deveriam ser 'canon', na minha opinião. Vou incluir também os que eu não consegui terminar de casar, mas que faria se desse (esses, destacados com asterisco):

PS: Eu ia comentar os casais também, igual fiz na lista de personagens, mas são 5h13 da manhã e eu quero terminar isso hoje, então vou só listar. Se quiser saber me pergunta.

- Avatar x Cordelia
- Chrom x Sumia
- Henry x Maribelle
- Lon'qu x Lissa
- Sully x Virion
- Miriel x Libra
- Panne x Kellam
- Nowi x Gregor
- Cherche x Frederick
- Lucina x Owain (FUCKING 'COMPANIONS')
- Morgan x Brady*
- Olivia x Donnel*

Quem eu não listei, simplesmente não me importo o suficiente (pode ver que a maioria deve estar no Tier "méh"), ou só poderia casar com o Avatar.

E ok, chega. É isso. No geral, foi uma experiência bacana, apesar de ter passado muito nervoso. Pqp como Counter é chato meu deus do céu.
Ainda pretendo pegar o save 'original' (do primeiro jogo) pra fazer o resto das quests de DLC. Realmente não sei se terei coragem de rejogar inteiro, só por causa da Tharja... Talvez no modo Casual? Enfim.

Nota? Ah sei lá, eu geralmente dou nota por comparação. Não tenho muita coisa pra comparar, quando o assunto é joguinhos... Sei lá, acho que, aproveitando até para 'iniciar' essa comparação de joguinhos, posso dar um 7/10 pra Awakening? Acho que vale.

Ansioso pra jogar o Fates.

E obg pela atenção.

Also, @edit pq eu estava grogue de sono qdo terminei o post é acabei esquecendo:

Achei meio paia tbm eles não terem explicado nada sobre os Risen. Tipo wtf que porra são os Risen e como eles tão aí? Entendi que são literalmente zumbis, mas... Eles caem do céu wtf dudes
E pela reação de todo mundo do jogo, fica claro que essas coisas não eram "comuns" no mundo, então não sei se isso aparece nos jogos anteriores...
Talvez apareça e eles expliquem lá, mas aí fizeram alguma coisa que fez com que eles não aparececem pelos próximos 2k anos.

Ah sei lá, não custava explicar né, nem todo mundo jogou os 12 jogos anteriores.

(Vou mesclar os post depois, nao me mate Esteves. Ou pode mesclar vc msm se n tiver feito ainda)
Responder
 #267
Respondendo teu edit, Best, sobre os Risens. Então né... normalmente isso estaria nos dialogos durante o jogo mas como te contei o Awakening não foi feito lá nas melhores condições e o texto total do jogo foi dividido pra ter os suportes. Conclusão: As informações que explicam sobre os Risens estão nos suportes e tem mais alguns detalhes em um dos DLCs. Mas basicamente eles são o exercito do Grima do futuro que vieram no portal junto com as crianças pra impedir que elas impeçam Grima.
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 #268
Persona 4 Golden

Muitas pessoas não sabem disso mas Persona 3 FES e Persona 4 são dois dos meus RPGs favoritos do PS2 justamente por misturarem duas coisas que eu amo em jogos (mecâncias próprias de RPG + simulação social), e como bônus, ainda terem histórias e personagens bastante bem-escritos. Desde que eu pus em mente que ia comprar o Vita tinha em mente que uma das primeiras coisas que iria jogar seria Persona 4 Golden, acabou que a primeira coisa que joguei foi DRAE: Ultra Despair Girls mas dei uma pausa nesse pra começar P4 Golden e no fim das contas ele acabou sendo o primeiro jogo que eu zerei no Vita. E cara, valeu cada segundo.

Pra quem não conhece, a história do jogo é basicamente sobre um cara que se muda pra uma cidade do interior porque os pais dele vão trabalhar no exterior, onde circula o rumor de um canal que aparece nas TVs à meia-noite em dias chuvosos chamado "Midnight Channel", em que supostamente a alma-gêmea de quem assistia aparecia. Ao mesmo tempo em que esse rumor começa a circular e o protagonista fica sabendo dele por meio de alguns colegas que fez na nova cidade (um cara bem bro chamado Yosuke e uma tomboy que adora filmes de luta chamada Chie), uma cantora de Enka que havia aparecido na mídia por devido a um caso de traição é encontrada morta pendurada em uma antena com causa de morte desconhecida.

O protagonista resolve tentar assistir o tal canal da meia-noite e por acaso quando vai tocar na tela da TV descobre que a mão dele pode passar pela tela e quase é puxado pra dentro, mas consegue evitar cair de corpo inteiro. No entanto, no dia seguinte ele fala isso pros colegas que não acreditam nele, mas ele acaba provando que consegue entrar na TV enquanto eles estão na seção de eletrodomésticos do hipermercado local e eles vão parar lá dentro por descuido da Chie e do Yosuke, onde conhecem um ursinho chamado Teddie (Kuma na versão japonesa) que suspeita eles de início por achar que estavam jogando pessoas lá mas depois deixa eles saírem de lá. Eventualmente a pessoa que encontrou o corpo da cantora (uma garota chamada Saki) aparece nesse canal e pouco depois termina morta também em circunstâncias similares. Isso faz com que o protagonista e o Yosuke resolvam ir lá dentro pra investigar o que poderia ter ocorrido. Eles acabam sendo atacados por seres estranhos chamados de "Shadows" mas o protagonista consegue derrotá-los com um poder recém-concebido chamado de Persona, que parecem os stands de JoJo mas com raízes mitológicas. Daí o Yosuke acaba se encontrando com uma espécie de copycat que diz ser a "Shadow" dele e que fica mais forte quanto mais ele nega que ela faça parte de sua personalidade. O protagonista consegue derrotar o Shadow Yosuke eventualmente e após o Yosuke reconhecê-lo como parte de sua personalidade ele também ganha uma Persona. Após prometerem pro Teddie que vão descobrir quem tá jogando as pessoas dentro das TVs com o intuito de matá-las, eles voltam pro mundo real.

Alguns dias depois, uma outra colega deles chamada Yukiko aparece no canal da meia-noite. Alguns dias depois ela desaparece misteriosamente e quando isso ocorre, um programa em que ela procura por um príncipe passa no canal da meia-noite. Eles concluem que ela foi também jogada dentro da TV e resolvem entrar lá dentro pra procurar por ela e se deparam com uma área que lembra um castelo. Lá dentro a Chie acaba negando a Shadow dela (que é derrotada) e ganhando uma Persona também, até que eles encontram a Yukiko em frente à Shadow dela onde as mesmas coisas de anteriormente ocorrem. Após voltarem ao mundo real, eles decidem montar uma equipe de investigação pra descobrir as verdades por trás desse caso e tentar parar o assassino (e caso isso não seja possível, pelo menos evitar que as vítimas morram). Com isso outros personagens vão aparecendo, sendo raptados, jogados na TV, enfrentando Shadows e ganhando Personas até que no fim eles descobrem a verdade por trás de tudo mas não vou falar muito porque já passa a ser spoiler demais.

Bem, agora vamos ao que interessa (pra mim pelo menos), que é a parte de gameplay. O Persona 4 original já era bom pra caramba, sendo um jogo desafiador o suficiente, mas que ficava mais fácil mais pro fim, e em que as ações na parte social do jogo facilitavam muita a parte RPG. Golden manteve tudo que o original tinha em questão de mecânicas, e no máximo, renovou algumas. Mas adicionou várias outras mecânicas e coisas que deixaram o gameplay mais agradável e interessante:

-Colocaram 5 modos de dificuldades. Num deles (Safety) tu ganha bônus de 50% de EXP naturalmente e pode dar retry toda vez que morrer, sendo praticamente impossível conseguir game over. O Easy, Normal e Hard são bem parecidos no geral mas tem algumas mudanças nos valores das fórmulas de dano e outras coisas pra facilitar/dificultar sua vida, não possuem o bônus de EXP do Safety e só permitem retry do andar da dungeon em que você tá, não da batalha. Já o Very Hard tá mais pra Grind Hard porque reduzem a quantidade de EXP pra 40% do original, o que me fez recomeçar o jogo no Hard porque não tava com paciência de ficar dois anos no Yukiko's Castle derrotando Shadows pra passar de nível e derrotar o boss sendo que no fim a dificuldade em si era a mesma do hard.
-Você agora pode escolher as skills que são repassadas quando faz uma fusão de Personas. Adeus ficar duas apertando sequências de Xs e Os até conseguir as skills que queria só pra levar um fusion accident no meio da cara.
-Existe a possibilidade de você ir pras fontes termais com seus colegas depois que vocês conseguem suas motos e lá você pode aprender certas skills ou relembrar skills antigas que "apagou" pra colocar novas. Eu não cheguei a usar isso muito mas é bom pra caso você tenha feito alguma merda nas builds dos personagens, e acho que algumas skills novas são úteis também.
-Trouxeram o sistema de Skill Cards do Persona 3 Portable pra cá, que tu pode acessar na Velvet Room. Isso facilita algumas das quests do Social Link da Margaret e também a conseguir as skills que tu quer, mas ainda depende que você pegue Skill Cards nos Shuffle Times da vida.
-Os Social Links de sempre ainda estão lá com suas histórias que dão profundidade tanto pros personagens quanto pra alguns NPCs (e que em grande parte são bem-escritos e variados também), mas foram adicionados dois novos: o da Aeon Arcana, que é da nova personagem chamada Marie, e o da Jester Arcana, que é de um personagem já conhecido mas que não tinha Social Link no P4 original chamado Adachi. A Marie é uma personagem que sofre de amnésia e tem uma personalidade bem tsundere, o que normalmente faria com que eu odiasse ela, mas acabei achando ela aceitável porque, tal como todo personagem que se preze em Persona, deram a ela um background interessante. Já o Adachi era um dos meus personagens favoritos do P4 original e não preciso dizer que fiquei satisfeito em ver um Social Link próprio pra ele. Pena que em questão de eventos ele é bem menor que os outros (apenas 6), o resto passa automaticamente pela história que nem o Fool e o Judgment. No geral, os Social Links que mais gostei foram o da Sun (Yumi), que é o mais trágico do jogo, o da Devil (Sayoko), que começa de uma maneira totalmente diferente da que termina e o da Death, que tem uma historiazinha bem interessante. Também gostei do da Fortune (Naoto) e Justice (Nanako), mas aí já é minha pessoa sendo tendenciosa porque eu amo a Naoto e a Nanako.
-Refizeram e diminuíram a dificuldade do minigame de pesca que ao menos EU achava muito difícil no P4 original de pegar o Guardian e que quase me fazia perder os dedos de tanto apertar um botão várias vezes seguidas a cada 0.1 segundos. Agora tem uma barra na parte de baixo da tela e tu move um cursor e segura O nas horas certas pra ir puxando o peixe, apertando triângulo de vez em quando como um "bônus" que puxa ele mais rapidamente. Além disso, adicionaram um novo lugar pra pescar, a Shichiri Beach, mas pra pescar lá tu precisa de outra vara que tu consegue por meio de uma sidequest opcional.
-Além da nova praia acima, adicionaram também uma cidade chamada Okina City em que tu pode ir no cinema com seus colegas, além de comprar roupas pros personagens e onde tem algumas quests a serem feitas também.
-Agora a Rise aparece em momentos aleatórios da batalha pra ajudar seus personagens com recuperação de HP/SP, lançar Matarukaja/Marakukaja/Masukukaja, dar Power Charge e Mind Charge ao mesmo tempo em todo mundo e várias outras coisas. Ela também ajuda no All-Out Attack aleatoriamente, coisa que eu não lembro se acontecia no P4 original (se o @Esteves puder me tirar a dúvida agradeceria).
-Todos os personagens do Investigation Team ganharam novas skills que são desbloqueadas em seus respectivos Social Links, inclusive a Rise, além de uma terceira forma para suas Personas (e um ataque único deles).
-Tem uma porrada de dias a mais pra completar os Social Links, o que acaba sendo necessário até mesmo porque tem dois novos. Na maior parte desses dias (senão em todos) tu vai ter um tempo de neve, que é novo também e que te impede de fazer certas coisas.
-Adicionaram uma dungeon extra opcional que pode ser acessada no dia 13/02 que é relacionada à Marie, mas eu honestamente achei ela bem sem graça. Porém completar essa dungeon desbloqueia um epílogo que ocorre logo após o que seria o encerramento do True Ending no P4 original.

Que eu me lembre é "só" isso. No fim, o jogo é levemente mais fácil o P4 original, mas isso tá longe de estragá-lo.

Já na questão de finais, o jogo ainda mantém todos os que tinham na versão de PS2. No entanto, tem um "bad ending" a mais chamado Accomplice Ending, em que tu se alia ao vilão do jogo e destrói as provas que o incriminam. Fora isso, como eu falei acima, tem uma dungeon extra opcional. Se tu fizer ela e o True Ending, tu vê um epílogo novo que se passa alguns meses depois do P4 Golden (e se não me engano, se passa depois do Arena também, só não sei em relação ao Dancing All Night). De resto, a história permanece quase inalterada, as únicas coisas que mudam são referentes às novidades mesmo, como os personagem viajarem pra um local e praticarem ski logo antes da dungeon extra, ou eles fazerem exames pra conseguirem licença de motorista num ponto da história.

Bem, fora isso, eu devo dizer que amei o jogo, ele definitivamente é um remake digno pra um jogo que já era ótimo, apesar de eu ainda achar o P3 FES melhor e querer muito que ele ganhe um remake eventualmente também, com o The Answer incluído, é claro. Espero que o Persona 5 seja tão caprichado quanto, afinal, teve um período de 7 anos aí pra fazerem muita coisa.
Responder
 #269
Danganronpa Another Episode: Ultra Despair Girls

Entrei nesse jogo esperando um shooter genérico com história boa. Recebi um shooter criativo com história ótima.

Basicamente o jogo é sobre as aventuras da Komaru Naegi, irmã do protagonista de Danganronpa: THH, o Makoto Naegi, numa cidade chamada Towa City. Spoilers de Trigger Happy Havoc a seguir:

Spoiler:  
No caso, a história se passa em Towa City, que é a única cidade do mundo que havia sido quase inafetada pela Tragédia. No entanto, do dia pra noite ocorreu uma rebelião de crianças na cidade comandada por um grupo de crianças que eram de uma escola afiliada à Hope's Peak Academy, e que se autointitulavam Warriors of Hope. O objetivo dessas crianças era matar todos os adultos, que eles chamam de "Demons", e construir um paraíso para as crianças naquela cidade. Para isso eles ergueram um jogo chamado Demon Hunting, em que eles e várias outras crianças da cidade controlam Monokumas com o objetivo de matar esses adultos, sendo que em meio a esses vários adultos, estão parentes dos participantes do killing game de DR1, como o irmão da Asahina, a própria Komaru, o avô da Kirigiri, o pai do Chihiro, etc. O jogo explica algumas coisas da história também, como o surgimento da AI Junko de DR2 e o plano da Monaca de se tornar uma sucessora dela em DR3.

Agora falemos do gameplay. Apesar de ser um jogo em que tu atira pra caralho, ele tem um grande foco em puzzles, o que me lembra um pouco de Portal. A diferença é que Portal não tem um único inimigo em que tu atira, é tudo só puzzle mesmo, por isso não considero ele um "shooter" puro, tá mais pra um híbrido bem híbrido de FPS com puzzle solver, aqui tu ainda atira em inimigos, mas várias vezes a sua sobrevivência depende mais de saber usar os vários tipos de bala que tem de forma eficiente que ficar atirando que nem um adoidado (por exemplo, tem um inimigo chamado Siren Monokuma que se tu atirar uma bala "Dance" nele, ele começa a dançar e atrai todos os inimigos pros seus arredores, daí tu pode atirar num Bomber Monokuma que está no meio desses e matar todo mundo numa tacada só), além de que em alguns casos você tem que usar as balas pra completar puzzles mesmo e isso tudo deixa o jogo bem diferente de um third person shooter tradicional. Literalmente, suas balas podem fazer coisas desde simplesmente destruírem inimigos a paralisá-los, controlá-los por um tempo limitado, moverem máquinas. Cada uma tem um uso bem específico e aprender a usá-las é a chave pra sobrevivência.

Fora isso, nos casos em que você corre risco de vida, você pode usar a Genocider Jack como uma espécie de "especial". Ela é invencível/não leva dano e mata os inimigos bem mais facilmente, mas obviamente é bastante limitado, você tem que pegar baterias pela cidade pra usá-la e elas descarregam enquanto você a usa, e para recarregar só pegando novas baterias. Além de que se você usar ela demais, o jogo te dá penalidade de pontos no fim da fase e isso pode evitar que você consiga um rank alto.

Por fim, o jogo me fez gostar muito da Toko. Eu só gostava do lado Genocider dela mesmo mas agora amo ela como um todo. A Komaru é uma ótima personagem também, ela começa como uma covarde, mas se torna uma das personagens mais fortes psicologicamente da série no fim.

Bem, seja como for, o jogo é bastante legal, ainda mais pra um spin-off. Recomendo que quem for pegar um Vita e tenha jogado DR jogue, e caso não tenha jogado DR, jogue DR1 e DR2 e jogue esse aqui depois.
Responder
 #270
No momento tenho jogado...

Skyrim (eu jogo mil vezes porque é maravilhoso e não tem fim e tem mil mods legais e eu sempre acho coisa nova pra fazer, mesmo passando o ~end game~. se bem que não acho que tem end game se você pode continuar jogando pra sempre)
The Sims (mesma coisa que skyrim, eu fico jogando pra sempre)
Persona 3 FES (finalmente posso namorar o akihiko!)
Fallout Shelter (joguinho besta de Android, viciante, bonitinho e engraçado, na minha opinião) 
PokemonGo
PokeMMO
ESO (mas não roda sempre no meu pc/torradeira então não sou uma jogadora consistente)
Jogo também em algumas plataformas de rpg dentro do Second Life, mas são jogos estranhos e esquisitos do tipo que não curto falar pros outros que jogo se não vão achar que sou psicopata.

No momento são só esses mesmo, acabei ficando com pouco tempo pra jogar coisas. E to pensando em jogar Persona tudo de novo, mas só depois que eu acabar FES 


(qualquer erro de português é da sua imaginação)
Responder
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